Especialização em TIESD #edu462 (Programa e Perfil)
Curso de especialização em Tecnologias da Informação, Estatística e Segurança de Dados
Programa geral | Perfil e competências
| Site: | Academia do Museu |
| Disciplina: | Academia do Museu |
| Livro: | Especialização em TIESD #edu462 (Programa e Perfil) |
| Impresso por: | |
| Data: | segunda, 25 maio 2026, 04:02 |
1 Curso de especialização em TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO, ESTATÍSTICA ANALÍTICA E SEGURANÇA DE DADOS
Apresentação do curso
A Segurança da Informação apresenta-se como uma área de importância fundamental no contexto da Era da Informação e Ambiente Digital.
Talvez não exista uma área de Informática tão apelativa como a segurança da informação.
Por ser uma área crítica e premente que importa conhecer, tanto no que diz respeito às técnicas de ataque como às soluções de defesa, torna-se numa disciplina de particular interesse para todo o utilizador: desde Programadores a Administradores de Redes; aos profissionais de Tecnologias da Informação; meros utilizadores de PC’s pessoais e a todos os profissionais de diversas áreas de actividade interessados em aumentar a sua literacia digital neste domínio.
- O que é a Segurança da Informação?
A segurança da informação define-se como o processo de protecção de informações e activos digitais armazenados em computadores e redes de processamento de dados.
A segurança da informação é muito mais do que ‘não abrir links’ ou ‘ter um bom anti-vírus activo e actuallizado no computador’ – embora isso também seja importante.
A segurança da informação exige prevenção, estratégia, avaliação de riscos, constante monitorização e… forte intuição. Não existe melhor meio de defesa do que o elemento humano. A melhor forma de evitar o ataque é prever e/ou perceber que o computador está a ser alvo de hacking.
Diariamente, no mundo inteiro, redes de computadores e hosts são invadidos, muitas das vezes sem que o utilizador e/ou operador de internet se dêem conta do sucedido.
A cada minuto que passa somam-se violações de dados.
As invasões podem ter diferentes objectivos, mas podem ser resumidas a três eixos:
- 1. ataques à privacidade;
- 2. obtenção de vantagens;
- 3. destruição de dados.
A obtenção de vantagens verifica-se, por exemplo, na presença de manipulação, falsificação e benefícios obtidos sobre o valor de informação acedido.
De salientar que no digital os ficheiros quando são “roubados” não desaparecem (ao contrário de um objecto físico). Há, sim, acesso indevido a estes activos digitais, quer seja de forma directa ou indirecta.
Não é demais recordar que estas acções constituem actos criminais praticados por terceiros e puníveis por Lei.
A segurança da informação tem a finalidade de garantir a confidencialidade e sigilo; integridade e autenticidade; disponibilidade e acesso controlado das informações.
Por todas estas razões aqui enunciadas, uma das profissões emergentes num futuro breve será a de Profissional de Segurança da Informação. Ou ainda: Analista de Sistemas Informáticos; Auditor de Sistemas de Informação.
Encontramo-nos, actualmente, na presença de um Universo Digital em expansão, que padece e carece ainda de regulamentação e fiscalização dedicada. Talvez por isso sejamos [Portugal] um dos países da Europa com um dos índices mais fracos em termos de Segurança da Informação.
Neste universo digital ou ciberespaço não se encontra uma realidade objectiva, mas sim uma “realidade programada”. De tal forma que a realidade digital e a realidade físico-natural regem-se por propriedades distintas, de tal modo que, podemos aferir uma nova equação de entropia para estes sistemas:
ΔSDigital > ΔSFísico-natural
Esta equação (ou melhor dizendo, inequação) exprime-se da seguinte forma: o grau de entropia S – tendência para a desordem – gerado num universo digital é superior àquele que é gerado num universo natural. No Universo Natural existe a procura ou tendência para um certo estado de equilíbrio, no universo digital isso não acontece. O estado de equilíbrio no digital tem de ser assegurado por fontes externas, o que implica introduzir energia e despender recursos (humanos, tecnológicos, financeiros) para o sistema.
Não só as propriedades intrínsecas a estes sistemas digitais conduzem a estes valores de medida de entropia elevados, como também a interacção homem-máquina, por ser indirecta, facilita e gera certos comportamentos que podem ser avaliados como menos éticos a criminosos.
Por exemplo, a interface gráfica do software do computador pode indicar que as antenas de rede (Wi-Fi, Bluetooth, Redes Móveis) estão todas desligadas e que o computador está em modo de avião, mas o hardware está a fazer outra coisa; e está, na verdade, em modo de transmissão remota de saída de dados (com telemetria SPI - Serial Peripheral Interface - activa) [a enviar informação privada dos utilizadores, píxel por píxel, ponto por ponto - tal como num quadro de pontilhismo]. Pois existem “vírus” que afectam o hardware. Mas não se trata de vírus biológicos, mas sim de vírus que têm mão humana – quer seja na forma de Programa; Ficheiro ou algo programado. É importante não esquecer que por detrás de todas estas acções está o Homem.
Mais se verifica que no actual estado das tecnologias informáticas, a memória da BIOS é uma memória do tipo EEPROM (Electric Erasable Programable Read Only Memory) e pode ser totalmente reescrita - portanto, não é uma memória ROM fixa . A substituição indevida do código da máquina e desta memória permite manipulações diversas ao nível de controlo de hardware (ex.: antenas) e periféricos (ex.: discos, pens, impressoras, monitores).
Com tudo isto em mãos, não existem regras asseguradas a priori que garantam compromissos de ética profissional, e as cópias de informação podem ocorrer sem problemas.
Neste método de invasão interna a informação do utilizador é gravemente comprometida.
Extensões de ficheiros e programas do tipo setup.exe; converter.exe; Win32.dll; .log; .dir; .txt; .tmp; .html, entre outros, alojados em pastas temporárias do SO num disco externo, indiciam a existência de um verdadeiro 'processador virtual' associado a um backdoor.
Este tipo de instalação num disco externo é, evidentemente, não autorizada e tem fins maliciosos.
Para efeitos de análise criminal verifica-se, ainda, a existência de uma dupla intenção maliciosa:
1º – A intenção de quem acede a ficheiros digitais dos computadores dos utilizadores e que os utiliza para seu benefício pessoal, e obtendo daí um lucro indevido;
2º – A evidência de quem se serve de software de outrem (ex.: instalação de um browser alheio), mas deturpado da sua função original, com o objectivo de incriminar (ou eliminar) a concorrência.
Texto de apresentação do curso - créditos copyright: C. P. Fournier, 2024-2025
[este texto dará origem a uma Dissertação, cujo texto poderá ser descarregado na página da Bibliografia do curso, aqui ]
Perfil – Competências
Técnico Analista de Sistemas | Profissional de Segurança da Informação
- O técnico analista de sistemas monitoriza informação e dados; recolhe dados técnicos e estatísticos; pratica uma vigilância activa sobre a segurança da informação, quer seja de forma manual ou recorrendo a monitorização por sistemas inteligentes.
PROGRAMA CURRICULAR - disciplinas do curso de especialização:
#edu462
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Saídas profissionais: Auditoria de Sistemas de informação; Analista de Sistemas Informáticos (computadores, hosts); Consultor de Dados. Encarregado de Protecção de Dados.
Key-words: “data leak”
2 Módulo I - Programa IEDTP

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IEDTP462002
Introdução à Estatística Descritiva e Teoria das Probabilidades
PREÇO: 130€
DURAÇÃO
N.º de aulas: 18 aulas
N.º de semanas: 10 semanas
Carga horária: 3 horas por aula
Volume de formação (total): 54 horas
CALENDÁRIO 2026 (datas em que decorrem este curso):
Bloco 1: Jan-Mar;
Bloco 2: Abr-Jun;
Bloco 3: Jul-Set;
Bloco 4: Out-Dez.
ÁREA TEMÁTICA
DA FORMAÇÃO: 462 – Estatística
FORMADORA: Cláudia Fournier
RESUMO: Domine os princípios básicos de Estatística Descritiva: tabelas de frequências, gráficos, medidas de localização, de forma e de dispersão. Perceba as bases de Elementos de Probabilidades.
OBJECTIVO GERAL:
Identificar a Estatística como um conjunto de técnicas que tem por finalidade recolher, explorar, descrever, interpretar e tirar conclusões sobre um determinado conjunto de dados.
COMPETÊNCIAS E PRINCIPAIS OBJECTIVOS A DESENVOLVER:
- Distinguir população de amostra
- Distinguir variáveis qualitativas de variáveis quantitativas
- Saber organizar dados estatísticos em tabelas de frequências
- Fazer a análise e redução de dados (isolados e agrupados em classes)
- Converter a representação dos dados em gráficos adequados
- Desenvolver aptidão para ler e interpretar os registos de informação em tabelas e gráficos
- Determinar as estatísticas das medidas de localização extrema, central e não central
- Determinar as estatísticas das medidas de dispersão e de forma
- Reconhecer o papel e a importância da Estatística no auxílio ao tratamento e análise de dados e conhecer outros conceitos relacionados
- Conhecer os principais fundamentos da teoria das probabilidades e seus principais campos de aplicação
- Compreender como as probabilidades se interligam com o domínio da estatística
DESTINATÁRIOS:
Este curso destina-se a estudantes dos vários ramos de ensino superior; profissionais de todas as áreas de actividade e a todos os interessados em Estatística, Análise e Gestão de Dados.
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PROGRAMA
Tópico I – ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE DADOS
# Aula 1 – Conceitos estatísticos básicos
# Aula 2 – Variáveis e escalas de classificação de dados
# Aula 3 – Frequências absolutas e relativas
# Aula 4 – Frequências acumuladas
# Aula 5 – Amplitude e dados agrupados em classes
# Aula 6 – Representação gráfica dos dados
Tópico II – MEDIDAS DE LOCALIZAÇÃO EXTREMA, CENTRAL E NÃO CENTRAL
# Aula 7 – Medidas de localização extrema: mínimo; máximo; outliers
# Aula 8 – Medidas de localização central: média; moda
# Aula 9 – Medidas de localização central: mediana
# Aula 10 – Medidas de localização não central: quantis
Tópico III – MEDIDAS DE DISPERSÃO E DE FORMA DA DISTRIBUIÇÃO
# Aula 11 – Medidas de dispersão: variância e desvio-padrão
# Aula 12 – Coeficiente de variação e valores estandardizados
# Aula 13 – Amplitude total, amplitude inter-quartil e intervalos de variação
# Aula 14 – Medidas de forma: assimetria e curtose
Tópico IV – TEORIA ELEMENTAR DAS PROBABILIDADES
# Aula 15 – Introdução às Probabilidades: conceitos fundamentais
# Aula 16 – Álgebra de Conjuntos
# Aula 17 – Análise Combinatória
# Aula 18 – Distribuições de Probabilidades
# Aula 19 – (extra) Distribuição Normal Padronizada
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APLICAÇÕES PRÁTICAS:
Este curso permite-lhe fazer tratamentos básicos de estatística; possibilita a realização e compreensão de operações pouco complexas relacionadas com a análise de dados e transformação e apresentação dessa informação em estatística descritiva, tendo, por isso, como ponto forte, dar suporte a qualquer actividade profissional e/ou académica no âmbito da gestão de dados de investigação (ex.: faculta a realização de relatórios de análise que lhe permite ter uma visão clara, rápida e detalhada dos dados, por meio de uma componente visual - gráficos - ou estrutural - tabelas).
Permite-lhe, ainda, adquirir uma formação de base para prosseguir estudos mais avançadas na área, nomeadamente, de estatística indutiva ou inferencial.
MODALIDADE DE FORMAÇÃO:
Formação contínua
TIPO DE CURSO
Curso base (Módulo I) integrado no curso de especialização em Estatística e Segurança de Dados.
REGIME DE ENSINO:
à distância, e-learning (completamente online). URL: http://campus.o-musas.org/moodle/
(sessões assíncronas)
METODOLOGIA DA FORMAÇÃO:
A formação está organizada em conteúdos (unidades de formação/ aulas de matéria) estruturados de modo a permitir aos formandos a aquisição contínua dos conhecimentos a desenvolver na área de Estatística Descritiva teórica (manual). Assim, os conteúdos são introduzidos através de uma breve explanação teórica, que tem por base um método expositivo, a qual é complementada por uma exposição dialogada com recurso aos fóruns das aulas virtuais, actividades e outros recursos didácticos. Neste ambiente de trabalho on-line o formando tem a possibilidade de participar, introduzindo novos tópicos de discussão, comentando mensagens (respostas), exemplificando e respondendo a questões colocadas pelo formador relacionadas com o tópico em questão.
PRÉ-REQUISITOS:
Este curso não exige qualquer conhecimento prévio sobre o tema.
BIBLIOGRAFIA:
Todos os materiais da formação (Aulas pdf) serão disponibilizados no decurso das aulas virtuais.
Serão facultados recursos didácticos multimédia, bem como, textos complementares e bibliografia adicional.
INFORMAÇÕES GERAIS:
Os cursos iniciam-se no dia 4 do mês - do respectivo Bloco -, sendo a primeira aula de 2 horas uma aula de acolhimento dedicada à ambientação on-line que poderá ser dispensada caso já tenha frequentado outras formações na Academia do Museu.
Cada aula do curso é disponibilizada de três em três dias e tem uma duração média de três horas de trabalho. Neste sentido, estima-se que seja necessário disponibilizar, pelo menos, uma hora por dia, para acompanhar com sucesso o desenvolvimento do curso.
OBSERVAÇÕES:
Para frequentar este curso é necessário que tenha acesso regular à internet.
PAGAMENTO E INSCRIÇÃO:
Pagamento único: Preço = 130€
Facilidades de pagamento:
Pagamento em duas mensalidades: Preço = 150€ (2x75€).
O acesso ao curso é apenas concedido após recepção do pagamento.
As inscrições devem ser remetidas até cinco dias úteis antes do início da acção e devem ser efectuadas online, através do formulário em linha em http://www.campus.o-musas.org/fichainscricao.html
A inscrição só é efectiva após confirmação do pagamento do curso.
Verifique se beneficia de descontos especiais. Consulte as Perguntas Frequentes.
DOCUMENTAÇÃO (pdf):
◙ Apresentação do curso
(sumário programático)
◙ Ficha Técnica do curso
(programa de formação)
◙ Referencial | Guia do curso
(programa detalhado)
3 Módulo II - Programa ADSI

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ADSI462006
Análise de Dados com Software Informático
PREÇO: 130€
DURAÇÃO
N.º de aulas: 18 aulas
N.º de semanas: 10 semanas
Carga horária: 3 horas por aula
Volume de formação (total): 54 horas
CALENDÁRIO 2026 (datas em que decorrem este curso):
Bloco 1: Jan-Mar;
Bloco 2: Abr-Jun;
Bloco 3: Jul-Set;
Bloco 4: Out-Dez.
ÁREA TEMÁTICA
DA FORMAÇÃO: 462 – Estatística
FORMADORA: Cláudia Fournier
RESUMO: Domine a utilização de software para fins de técnicas exploratórias de estatística descritiva.
OBJECTIVO GERAL:
Entender a Análise de Dados como um processo orientado para examinar conjuntos de dados com o objectivo de desenhar conclusões sobre as informações que contêm.
COMPETÊNCIAS E PRINCIPAIS OBJECTIVOS A DESENVOLVER:
- Saber utilizar uma aplicação informática para extrair gráficos e tratar dados.
- Saber elaborar relatórios com dados estatísticos.
DESTINATÁRIOS:
Este curso destina-se a...
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PROGRAMA
Tópico I – TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM
Tópico II – SOFTWARES ESTATÍSTICOS
Tópico III – TRATAMENTO DE DADOS
4 Módulo III - Programa PBSI

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PBSI322150
Princípios Básicos de Segurança da Informação
PREÇO: 130€
DURAÇÃO
N.º de aulas: 18 aulas
N.º de semanas: 10 semanas
Carga horária: 3 horas por aula
Volume de formação (total): 54 horas
CALENDÁRIO 2026 (datas em que decorrem este curso):
Bloco 1: Jan-Mar;
Bloco 2: Abr-Jun;
Bloco 3: Jul-Set;
Bloco 4: Out-Dez.
ÁREA TEMÁTICA
DA FORMAÇÃO: 322 – Ciências da Informação
FORMADORA: Cláudia Fournier
RESUMO: Domine as questões essenciais da segurança da informação e respectivo quadro jurídico.
OBJECTIVO GERAL:
Compreender os desafios relacionados com a gestão e segurança da informação na actualidade.
COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER:
1º nível
Consciencializar o utilizador para os problemas decorrentes de uma sociedade em rede, e, simultaneamente, fornecer-lhe ferramentas e conhecimentos para uma correcta avaliação de riscos.
2º nível
Adquirir conhecimentos sobre segurança da informação na internet e atender ao seu respectivo quadro jurídico (legislação aplicável à gestão de conteúdos editoriais e comércio electrónico; sector informático e telecomunicações; protecção de dados pessoais, etc.).
OBJECTIVOS:
- Obter um entendimento genérico das questões de segurança subjacentes às tecnologias da informação e da comunicação (TIC).
- Introduzir métodos de análise e avaliação de risco de segurança da informação nas organizações (conduzir uma análise de risco de segurança da informação: de modo a determinar as ameaças e as vulnerabilidades para a informação e as contramedidas necessárias para serem aplicadas de modo a reduzir (mitigar) o efeito destes riscos (impacto) para um nível aceitável).
- Dar suporte em auditorias e/ou saber conduzir uma auditoria de segurança da informação.
- Elaborar políticas de segurança da informação.
DESTINATÁRIOS:
Este curso destina-se a todos os interessados em Análise, Gestão e Segurança de Dados: desde Programadores a Administradores de Redes; aos profissionais de Tecnologias da Informação; meros utilizadores de PC’s pessoais, estudantes, e a todos os profissionais de diversas áreas de actividade interessados em aumentar a sua literacia digital neste domínio.
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PROGRAMA
Tópico I – TECNOLOGIAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Tópico II – REDES E SEGURANÇA
Tópico III – SOCIEDADE EM REDE E LEGISLAÇÃO APLICÁVEL (Direito das Novas Tecnologias)
CONTEÚDOS
# Aula 1 – Introdução aos Computadores e à Segurança da Informação
# Aula 2 – Arquitectura dos Sistemas Computacionais
# Aula 3 – Tecnologias Criptográficas (encriptação de dados)
# Aula 4 – Filtragem de tráfego (firewalls)
# Aula 5 – Ameaças ("Vírus" e "Cavalos de Tróia")
# Aula 6 – Cibercrime e Organismos de Referência
# Aula 7 – Arquitectura da Internet (WWW e domínios de internet)
# Aula 8 – Protocolos da Internet (pacotes de dados/datagramas e o modelo em camadas: OSI)
# Aula 9 – Modelos de IP (v4 e v6) e Gestão de Espaços de Internet (linguagens de formatação: HTML)
# Aula 10 – Aplicações e Sistemas Informáticos (linguagens de programação)
# Aula 11 – Redes e Sistemas de Informação (GSM; GPRS; GPS)
# Aula 12 – Instrumentos de Segurança da Informação (Antivírus, Proxies, Rede VPN -Redes Virtuais Privadas-, Passwords de acesso unifactor/ autenticação multifactor, Assinaturas e Certificados digitais, perfis de utilização, a segurança lógica e a segurança física, etc.)
# Aula 13 – Políticas e Auditorias de Segurança
# Aula 14 – Legislação | Direito da Sociedade da Informação
# Aula 15 – Legislação | Direito da Sociedade da Informação
# Aula 16 – Legislação | Direito da Sociedade da Informação
# Aula 17 – Legislação | Direito da Sociedade da Informação
# Aula 18 – Legislação | Direito da Sociedade da Informação
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PALAVRAS-CHAVE DESTE CURSO:
Segurança;
Informação;
Protecção de dados;
Legislação
Inscreva-se num curso com futuro!
Tendo em conta que as redes e os sistemas de informação serão omnipresentes num futuro próximo, avistam-se novos e grandes desafios no que toca a este tema, pelo que profissionais especializados serão necessários.
«A segurança das redes e da informação tornar-se-á, muito provavelmente, um elemento-chave no desenvolvimento da sociedade da informação, dado que a ligação em rede desempenha um papel crescente na vida económica e social. (...)
A segurança das redes e da informação é uma questão dinâmica. O ritmo das mudanças tecnológicas gera continuamente novos desafios; os problemas de ontem desaparecem e as soluções de hoje já não fazem sentido.» - ANACOM
5 Módulo IV - Programa ITI

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ITI322151
Infologia - Teoria da Informação
PREÇO: 130€
DURAÇÃO
N.º de aulas: 18 aulas
N.º de semanas: 10 semanas
Carga horária: 3 horas por aula
Volume de formação (total): 54 horas
CALENDÁRIO 2026 (datas em que decorrem este curso):
Bloco 1: Jan-Mar;
Bloco 2: Abr-Jun;
Bloco 3: Jul-Set;
Bloco 4: Out-Dez.
ÁREA TEMÁTICA
DA FORMAÇÃO: 322 – Ciências da Informação
FORMADORA: Cláudia Fournier
6 Bibliografia | Legislação - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
Disciplina de Princípios Básicos de Segurança da Informação:
◙ Bibliografia/ Legislação aplicada
● Lei dos Mercados Digitais e Lei dos Serviços Digitais (de 16 de Novembro, 2022)
"Por muito tempo, as gigantes da tecnologia beneficiaram da ausência de regras. O mundo digital transformou-se num faroeste, com as [empresas] maiores e mais fortes a ditar as regras. Mas há um novo xerife na cidade - a DSA. A partir de agora, as regras e os direitos serão reforçados.
Christel Schaldemose (S&D, Dinamarca)
Eurodeputada líder para o tema da Lei dos Serviços Digitais
Fonte: Temas do Parlamento Europeu
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● O Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, em vigor em Portugal, regula os Direitos do Consumidor na compra e venda de bens, conteúdos e serviços digitais, segundo as Directivas (UE) 2019/771 e (UE) 2019/770, de 20 de Maio.
Prevê direitos para os consumidores relativamente ao fornecimento de conteúdos e serviços digitais, até agora inexistentes, impede a cópia não autorizada e a distribuição de seus arquivos.
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● Lei nº 15/2022 de 11 de Agosto => Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital
(Consolidação da Lei n.º 27/2021 de 17 de Maio)
São diversos os direitos contemplados neste documento normativo, todos no sentido de promover o direito à cibersegurança, direito à privacidade, garantia de protecção de dados e conteúdos digitais.
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● Lei n.º 67/98 de 26 de Outubro sobre protecção de dados pessoais.
Reforçada pelo Regulamento Geral de Protecção de Dados (RGPD), de 25 de Maio de 2016.
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● Lei 109/2009, de 15 de Setembro – Lei da Criminalidade Informática.
(actualização à Lei 109/91 de 17 de Agosto)
Em particular, destaca-se nesta Lei, o artigo 6.º, n.º 1, no qual está consubstanciado o crime de acesso ilegítimo a conteúdos privados e pessoais de utilizadores.
Mais se verifica que, não é permitida a violação (ou tentativa de violação) de qualquer sistema de autenticação ou segurança que proteja contas de acesso, servidores, equipamentos de rede de internet e/ou radiocomunicações (telefone). Em suma, constitui a prática de um crime interceptar dados e espiar redes (de internet ou de comunicações telefónicas).
Não é permitida a entrada em máquinas por via de acessos não autorizados.
Não são permitidas acções de sobrecarga, exploração de vulnerabilidades, e outras acções associadas ao hacking remoto que constituam agressões electromagnéticas, combinadas e/ou amplificadas, que visem destabilizar o correcto funcionamento dos equipamentos tecnológicos.
Não é permitida a alteração de endereços de IP (IP Spoofing) nem a alteração de identificação de mensagens com intenção de iludir e induzir em erro os receptores desses dados (falsificação de tráfego digital).
Em Portugal e na Europa, os ataques e ameaças à Segurança da Informação são sancionados criminalmente. A Lei sobre criminalidade informática, que cobre, entre outros aspectos, danos relativos a dados e ficheiros ou programas informáticos; sabotagem informática; acesso e intercepção ilegítimos, sanciona com penas de prisão estes crimes.
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● DL 252/94 de 20 de Outubro => Decreto-lei do Software
No sentido de promover a garantia de Certificação do Software, este DL refere que apenas é permitida a instalação de software original; e que qualquer instalação de programas e software adicionais pelo SO tem necessariamente de ter autorização do utilizador. Para instalar ou remover programas é necessária a autenticação do utilizador, pessoa responsável, dono do computador.
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● Recomendações da UE (2019): Normativos ecológicos para emissão de radiofrequências
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● Regime Geral de Prevenção da Corrupção,
previsto no Decreto-Lei n.º 109-E/2021
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Código Penal: Decreto-Lei n.º 48/95, de 15 de Março
---● Norma ISO 27000 / ISO 27001
OLIVEIRA, Wilson - Segurança da Informação: Técnicas e Soluções. Porto: Centro Atlântico, 2001.
ISBN: 972-8426-44-5
- Altera a password do teu Gateway de rede de internet, porque é uma password aberta de conhecimento público (MEO; NOS; NOWO).
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